9 de novembro de 2015

RN é conhecido por abrigar lagoas encantadoras

Do Xerife: O Rio Grande do Norte é conhecido por suas belezas naturais, em especial as maravilhosas praias, mas o Estado abriga ainda lagoas encantadoras, algumas de águas cristalinas, como as de Nísia Floresta, a 40 km de Natal. O passeio é perfeito para fugir da cidade com amigos e família e aproveitar para nadar, fazer esportes aquáticos como o stand up paddle, flyboard, vela e caiaque, ou simplesmente relaxar.

Litoral Norte

1. Lagoa Peracabu ou Piracabus

Essa maravilha fica no município de Maxaranguape e é ideal para passar um dia agradável relaxando ou curtindo esportes aquáticos como o stand up paddle ou caiaque. O acesso é feito de carro, pela estrada que liga Maracajaú a Caraúbas, ou de buggy, pela praia de Maracajaú, logo após o Manoa Park. Para mais informações de como chegar, ligue para (84) 9931-7230 e fale com Rosineire, que também oferece passeios de cavalo, quadriciclo e buggy pela região.

2. Lagoa da Cotia
A belíssima e encantadora Lagoa da Cotia fica no município de Rio do Fogo, a 65 km de Natal. O acesso se dá pela BR-101 até a entrada da Praia de Zumbi. Na rotatória, entrar à esquerda e seguir por uma estrada de barro por cerca de 1 km. No local, é permitido o acesso ao público, porém, às margens da lagoa existem propriedades privadas (R$ 10,00 a entrada). Há também bares que servem refeições e alugam outras estruturas de lazer.

3. Lagoa de Jacumã

Localizada no município de Ceará Mirim, a 35 km de Natal, a Lagoa de Jacumã é excelente para quem quer um banho de água doce e ter um pouco mais de aventura curtindo a famosa tirolesa e o skiágua. Na tirolesa, por meio de um cabo de aço, o turista desce da duna e cai dentro da lagoa; já no no Skiágua, você escorrega na duna em cima de uma espécie de lona até chegar à lagoa. Uma sensação incrível.

4. Lagoa Azul
A deslumbrante e paradisíaca Lagoa Azul fica no município de Maxaranguape, a 60 km de Natal. O lugar é de uma beleza impressionante. Além de desfrutar de um maravilhoso banho nas suas águas quase minerais, o turista também pode fazer passeios de buggy pela região, ou se preferir, tem as trilhas para os mais ávidos. O acesso se dá pela BR-101 até o trevo de Pititinga, entre à esquerda e siga por uma estrada de barro por cerca de 2 km, sentido Ceará-Mirim, depois entre à esquerda até chegar à Lagoa. Às margens da lagoa há um bar que serve refeições de comidas típicas da região.

Litoral Sul

1. Lagoa Carcará

Um dos lugares paradisíacos do Rio Grande do Norte, a exuberante Lagoa do Carcará tem água límpida e transparente, um espetáculo aos olhos para quem a visita, um verdadeiro paraíso. Em volta da lagoa, existem restaurantes com comidas regionais. O local também é propício para a prática do windsurf, além de dispor de caiaques e pedalinhos que podem ser alugados pelo turista. Essa lagoa faz parte do sistema “Lacuste Bonfim”, composto por várias lagoas da região.

2. Lagoa de Arituba

Para quem procura ar puro, muito verde, tranquilidade e um ótimo lugar para contemplação da natureza, a Lagoa de Arituba é a ideal. Suas águas cristalinas é um convite para um delicioso banho, desfrutando de momentos de paz e descontração. Para aqueles que gostam de atividade física, também podem fazer um passeio de caiaque ou de pedalinhos, apreciando a beleza singular do lugar.

3. Lagoa do Bonfim
E por último, tem a Lagoa do Bonfim, a maior do Rio Grande do Norte, muito procurada pelos praticantes do Flyboard, devido ter uma boa profundidade. Você também pode fazer o stand up paddle, andar de caiaque ou de jet-ski, uma experiência incrível. No finalzinho da tarde, aprecie um espetáculo da natureza, um belíssimo pôr do sol desde a lagoa, para recarregar as energias da alma e as boas expectativas para o dia que virá.

4. Lagoa de Alcaçuz

A Lagoa de Alcaçuz é outra boa pedida. Além de desfrutar de um relaxante banho, você também pode fazer passeios de quadriciclo pela região, ou se preferir, tem as trilhas para os mais ávidos. Para quem não quiser se hospedar na cidade, algumas empresas de turismo oferecem um tour por Alcaçuz saindo de Natal.

10 ANOS DE SÓ BREGA!!!!!


Transposição do São Francisco ficará pronta até o início de 2017, diz ministério

O secretário de Infraestrutura Hídrica do Ministério da Integração Nacional, Osvaldo Garcia, afirmou na sexta-feira (9), em Salgueiro (PE), que a obra de transposição do Rio São Francisco deverá ser entregue entre o fim de 2016 e o primeiro trimestre de 2017. “O desempenho da obra ao longo de 2015 até setembro já superou o ano de 2014; isso é um demonstrativo claro de que está sendo tocada a todo vapor”, disse. Oitenta por cento da obra estão concluídos, segundo o ministério.

Garcia participou de evento da Comissão Externa de Transposição do Rio São Francisco, da Câmara dos Deputados, que fez visitas técnicas às obras no sertão nordestino. Participaram da comitiva que acompanhou a execução das obras os deputados integrantes da comissão, servidores da Câmara e empresários do Ceará, que estão preocupados com a estiagem no próximo ano e o andamento das obras.


*Fonte: O Xerife.

6 de novembro de 2015

Bazar de produtos doados pela Receita Federal começa sábado

O feirão de produtos doados pela Receita Federal será realizado neste sábado (7), no Sesi, localizado no Distrito Industrial de Maracanaú, das 9h às 17h. O bazar poderá funcionar até o dia 14 de novembro, se ainda houver produtos.

Entre as mercadorias estão eletrônicos, celulares, som de carro, máquinas fotográficas, perfumes importados, maquiagem, vestuários, brinquedos, ventiladores e outros utilitários.

Os produtos serão comercializados a preços baixos, com renda revertida para ações das entidades sociais: Movimento Saúde Mental Comunitária, Emaús Vila Velha e Associação Caatinga. Será aceito cartão de crédito.

A entrada e o pagamento das mercadorias só serão permitidos após apresentação do CPF e colaboração de R$ 10,00. A Receita Federal estabelece um limite de R$ 1.000 em compras por pessoa física. Não é permitida compra por pessoa jurídica.
fonte:Diario do Nordesste

Serviço

Bazar de produtos apreendidos pela Receita

Data: 7 a 14 de novembro (inclusive sábado e domingo)

Horário: das 9 às 17h.

Local: Avenida do Contorno, 1102. Distrito Industrial. Maracanaú (primeira av. após a CEASA).

Banco Central diz que deve elevar juros

Edifício em Belo Horizonte

O Banco Central fixou um novo prazo para cumprir o objetivo de colocar a inflação na meta e sinalizou que pode voltar a elevar a taxa básica de juros para alcançá-lo.

O diretor de Política Econômica do BC, Altamir Lopes, afirmou ontem que a instituição “adotará as medidas necessárias para o cumprimento dos objetivos do regime de metas e para trazer a inflação à meta de 4,5% ao ano em 2017.”

No mês passado, o BC havia informado que desistiu de reduzir a inflação para esse patamar ainda em 2016 e que o objetivo seria alcançado “no horizonte relevante da política monetária”, período que se estende pelos 24 meses seguintes.

Se o BC mantivesse essa afirmação, estaria a cada mês adiando o compromisso. Por isso, decidiu fixar novamente uma data.

Também saiu do discurso oficial a afirmação de que a taxa básica, hoje em 14,25% ao ano, ficaria nesse patamar “por período suficientemente prolongado” para levar a inflação para a meta.

A última vez em que a inflação medida pelo IPCA, hoje próxima de 10%, esteve em torno de 4,5% foi em 2009, quando o indicador fechou o ano em 4,3%. (Folhapress)

Seca deixa cidades com risco de colapso no abastecimento no RN

Caicó e Timbaúba dos Batistas correm risco devido a baixo volume de rio.
Em Jardim de Piranhas, Caern quer manter sistema de rodízio.
Quando concluída, a Barragem de Oiticica vai represar as águas do rio Piranhas-Açu, que deve se perenizado com a transposição do rio São Francisco (Foto: Anderson Barbosa/G1)
O baixo volume do rio Piranhas/Açu, provocado pela seca, afetou diretamente o abastecimento das cidades de Jardim de Piranhas, Caicó e Timbaúba dos Batistas. As duas últimas correm risco de entrar em colapso no abastecimento, segundo a Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte. A primeira deve continuar sendo atendida no regime de rodízio no abastecimento.

O problema ocorre porque o rio recebe água do açude de Curemas/Mãe D’água, localizado na Paraíba. Este mesmo açude não está com capacidade suficiente para atender os dois estados. Por isso, a Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern), está com dificuldades de bombear água para as referidas cidades através da adutora Manoel Torres.


Com o intuito de amenizar a situação, a Caern, junto com a Prefeitura Municipal de Jardim de Piranhas, iniciou um trabalho de limpeza no leito do rio, na tentativa de melhorar a captação. A Companhia também tem buscado fontes alternativas de abastecimento para a região. É válido destacar, ainda, que todos os usos que não são considerados prioritários pela lei, tais como irrigação, estão proibidos no leito do rio pela Agência Nacional de Águas (ANA).

A cidade de Caicó será atendida de forma parcial pelo Açude Itans. Mesmo assim, como esta fonte de abastecimento já está com o volume muito baixo, vem operando com a metade da capacidade. Caso não sejam encontradas soluções em curto prazo, a cidade poderá entrar em colapso de abastecimento.

Atualmente são 12 cidades em colapso e 79 em rodízio em todo Estado. A Caern recomenda à população do Estado economizar água a fim de prolongar o máximo o tempo de abastecimento.
fonte:G1

Seminário induz intercâmbio de boas práticas entre salas de situação estaduais

Nesta quinta-feira, 5 de novembro, começou o I Seminário das Salas de Situação Estaduais. Realizado pela Agência Nacional de Águas (ANA) no Hotel Nacional, em Brasília, o evento busca estimular o compartilhamento de boas práticas entre os profissionais que trabalham nas salas de situação e o debate sobre desafios comuns. Acesse aqui a programação do Seminário.

Participam do encontro cerca de 80 profissionais de 24 estados e do Distrito Federal, além de representantes de instituições federais relacionadas ao tema, como: ANA, Serviço Geológico do Brasil (CPRM), Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEN), Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (CENAD), Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (CENSIPAM) e da Casa Civil.

Na abertura do evento o diretor-presidente da ANA, Vicente Andreu, enfatizou o papel do Seminário para o intercâmbio de boas práticas por parte das salas de situação estaduais. “Uma reunião como esta vai propiciar uma reflexão de como – a partir da experiência real que cada um dos estados – nós podemos ampliar o potencial destas salas através das boas práticas que estão sendo realizadas”, destaca.

Para o diretor de Gestão da ANA, Paulo Varella, o clima e a hidrologia interligam os estados e naturalmente a integração entre eles é necessária. “A possibilidade que a gente possa ter os estados aqui presentes para trocar informações é fundamental até porque, muitas vezes, a consequência maior [dos eventos críticos] para um estado pode vir de outro. Por isso, a integração entre estas salas é fundamental”, conclui.

O superintendente de Operações e Eventos Críticos da ANA, Joaquim Gondim, apontou a troca de experiências entre as salas como elemento fundamental para criação de uma cultura de operadores e gestores de salas de situação. “A Agência está fazendo este Seminário para motivar as pessoas que trabalham nas salas a terem uma rede de relacionamento que possa auxiliá-las no encaminhamento de soluções. Um estado pode ter encontrado um caminho que possa servir para outros estados”, destaca.

Também participaram da abertura do Seminário o diretor de Hidrologia e Gestão Territorial do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), Stênio Pereira, e o diretor do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEN), Osvaldo de Moraes.

Estímulo às salas de situação

A ANA tem apoiado a estruturação de salas de situação estaduais para que funcionem como centros de gestão de situações críticas e de apoio à tomada de decisão de medidas mitigadoras dos efeitos de secas e inundações. Desde 2011, a Agência já investiu cerca de R$ 30 milhões em equipamentos de monitoramento (plataformas de coletas de dados) nos estados e aproximadamente R$ 4 milhões em equipamentos para a montagem das salas, como computadores e telas planas.

As salas de situação estaduais estão conectadas com a Sala de Situação da ANA, em Brasília, para troca de informações. Os dados gerados podem ser encaminhados às instituições atuantes na área de eventos críticos, como a Defesa Civil estadual e as Defesas Civis municipais, para subsidiar as decisões destes órgãos. Acesse aqui os relatórios produzidos pela Sala de Situação da ANA.
 

Texto: Raylton Alves - ASCOM/ANA.

ANA e OCDE assinam novo acordo para gestão dos recursos hídricos

A Agência Nacional de Águas (ANA) e a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) assinaram nesta quarta-feira, 4 de novembro, em Brasília, o acordo para realização do Diálogo de Políticas entre a OCDE e o Brasil: Estabelecimento e Governança de Instrumentos Econômicos para a Política de Recursos Hídricos. Firmaram o acordo o diretor-presidente da ANA, Vicente Andreu, e o secretário-geral da OCDE, Angel Gurria.

Com investimento de 425 mil euros pela ANA até 2017, a iniciativa busca reforçar a efetividade da gestão de recursos hídricos no Brasil através de recomendações de políticas para aprimorar a definição e a governança de instrumentos econômicos de gestão de recursos hídricos, como a cobrança pelo uso da água. Ao fim do trabalho, será lançada uma publicação com recomendações da OCDE para políticas voltadas ao tema.

O relatório final a ser produzido pela OCDE deverá fazer um balanço sobre o uso dos instrumentos econômicos no Brasil. Além disso, a publicação deverá conter uma avaliação da situação atual desses instrumentos no País e como eles podem ser aperfeiçoados. A publicação também apontará boas práticas internacionais no tema, que sejam relevantes para o Brasil, e mostrará caminhos para que o País melhore a governança da cobrança pelo uso da água.

Cobrança pelo uso da água

A cobrança é um dos instrumentos de gestão instituídos pela Política Nacional de Recursos Hídricos, de 1997, e tem como objetivo estimular o uso racional da água e gerar recursos financeiros para investimentos na recuperação e preservação dos mananciais das bacias. A cobrança não é um imposto, mas um preço condominial, fixado a partir de um pacto entre os usuários de água e o comitê de bacia, com o apoio técnico da Agência Nacional de Águas. O instrumento tem sido implementado a partir da aprovação, pelo CNRH, dos mecanismos e valores de cobrança propostos pelos comitês.

Os recursos arrecadados nas bacias são repassados integralmente pela ANA à agência de águas da bacia (ou à entidade delegatária que exerce tal função) para que a instituição aplique os valores em ações escolhidas pelo comitê de bacia. A cobrança já está em funcionamento em quatro bacias com rios de domínio da União. São elas: Paraíba do Sul, PCJ, São Francisco e Doce. Saiba mais sobre a cobrança em www.ana.gov.br/cobranca.

ANA e OCDE

Em 2 de setembro, a OCDE lançou na sede da ANA, em Brasília, o relatório “Governança dos Recursos Hídricos no Brasil”, resultado de um diálogo com mais de cem instituições, entre ministérios, órgãos públicos de diferentes níveis de governo, setor privado e sociedade civil. O trabalho resultou em um amplo diagnóstico, e sugestões de atuação, sobre a gestão de recursos hídricos, com foco no Pacto Nacional pela Gestão das Águas e na alocação de água.

A parceria com a OCDE buscou conhecer, examinar e comparar experiências e boas práticas internacionais com a experiência brasileira. Deste processo, resultaram recomendações e propostas de aperfeiçoamento sobre temas, como: alocação de água em bacias hidrográficas, pacto federativo pela gestão das águas, modelos institucionais e o sistema de gestão de recursos hídricos. O relatório concluiu que o Brasil alcançou progressos notáveis desde a adoção da Política Nacional de Recursos Hídricos (Lei nº 9.433), em 1997, e a criação da ANA, em 2000. No entanto, mesmo com todos os avanços, a publicação aponta que ainda não se alcançaram plenamente todos benefícios potenciais.

A parceria com a OCDE buscou conhecer, examinar e comparar experiências e boas práticas internacionais com a experiência brasileira. O relatório concluiu que o Brasil alcançou progressos notáveis desde a adoção da Política Nacional de Recursos Hídricos (Lei nº 9.433), em 1997, e a criação da ANA, em 2000. No entanto, mesmo com todos os avanços, a publicação aponta que ainda não se alcançaram plenamente os benefícios potenciais.

O acordo celebrado hoje pretende dar continuidade a essa primeira etapa de avaliação e troca de experiências, com enfoque num dos temas levantados no primeiro relatório: a cobrança e o uso de instrumentos econômicos. Outra iniciativa em andamento é a identificação das ações mais prioritárias entre as propostas pela OCDE e sua incorporação nos instrumentos de planejamento da ANA.

Texto: Raylton Alves - ASCOM/ANA.

31 de outubro de 2015

Prevfogo controla incêndio na terra indígena Arariboia, no Maranhão

Brasília (29/10/2015) – O incêndio na terra indígena Arariboia, no Maranhão, foi controlado nesta quarta-feira (28/10) por brigadistas do Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais do Ibama (Prevfogo). Cerca de 300 pessoas participam da Operação Awá, iniciada em 24 de setembro. De acordo com o chefe do Prevfogo, Gabriel Zacharias, 90% dos focos foram extintos e 10% estão cercados, sob controle. Com o apoio de 60 índios de três etnias, os brigadistas conseguiram impedir o avanço das chamas na direção das tribos Awá-Guajá, que vivem em isolamento voluntário na floresta. A área afetada é de 220 mil hectares, cerca de metade da reserva, mas a parte mais preservada da Arariboia não foi atingida.

“Essa foi a maior operação de combate ao fogo já feita em terras indígenas. Vamos permanecer na região para monitorar a situação e ajudar na construção de casas que foram destruídas”, disse Zacharias. A operação mobilizou seis helicópteros (três do Ibama, um do estado do Pará, outro do Maranhão e um da Vale), além de dois aviões do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). O governo do Chile enviou ao Brasil 20 mil litros de retardante, produto usado em lançamentos aéreos que ajuda a atrasar a evaporação da água.

Madeireiros são apontados pelo diretor de Proteção Ambiental do Ibama, Luciano Evaristo, como responsáveis pelo início do incêndio. Em 16/10, uma equipe de fiscalização do Ibama foi atacada a tiros por criminosos que roubavam madeira da terra indígena no município de Arame (MA). O agente ambiental federal Roberto Cabral, que coordenava a operação, foi baleado no braço direito. A tentativa de homicídio é investigada pela Polícia Federal (PF). "A fiscalização será mantida para evitar que madeireiros deem início a um novo incêndio criminoso", disse Evaristo.

 
Cerca de 12 mil índios da etnia Guajajara e 80 da Awá-Guajá vivem na Arariboia, que tem 413 mil hectares. De acordo com o coordenador do Prevfogo, o trabalho conjunto com indígenas permitiu um combate mais eficaz e integrado. O Ibama contratou 60 índios de três etnias para reforçar a operação.

O chefe do Prevfogo alerta que ainda há risco, porque as condições climáticas e de vegetação são propícias a novos incêndios. “Com a baixa umidade e as altas temperaturas, vamos manter o alerta na área para evitar novos focos de calor e continuar com as brigadas e o trabalho de prevenção.”

A Operação Awá tem o apoio da Fundação Nacional do Índio (Funai), do ICMBio, do Exército, da Secretaria Especial da Saúde Indígena (Sesai), do Corpo de Bombeiros e da Secretaria de Segurança Pública do Maranhão.

Michelle Horovits e Thiago Costa
Assessoria de Comunicação do Ibama
(61) 3316-1015.

Jornal da Pesca edição impressa 159 – Outubro de 2015 CLIQUE NA IMAGEM PARA ABRIR O JORNAL EM PDF